Ficha do JogoEleições 2026

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Minas Gerais MG

forecast com pesquisas até 02/out/2026 · 2 dias para o 1º turno (04/out) · 4748 pesquisas na base

Governador dado fresco

32 pesquisas de 10 institutos · última em 01/out/2026

candidatoshare agregado (±1 desvio) vai ao 2º turnoELEITO
Cleitinho Azevedo REPUBLICANOS proposta46% ±5>99%>99%
Patrus Ananias PT proposta24% ±686%0%
Alexandre Kalil PDT proposta11% ±32%0%
Mateus Simões PSD proposta7% ±41%0%
Flávio Roscoe PL proposta7% ±3<1%0%
Gabriel MDB proposta3% ±30%0%
BEN Mendes MISSÃO proposta2% ±3<1%0%

Sub judice (Henrique Áreas): o registro tem recurso pendente. Na apuração, o voto entra como anulado e só passa a valer se o registro for deferido (Lei 9.504/1997, art. 16-A). A probabilidade mostrada supõe que o voto vale. Fonte: arquivo complementar de candidaturas do TSE, geração 03/10/2026.

Pares possíveis de 2º turno

parchance
Patrus Ananias × Cleitinho Azevedo86%
Alexandre Kalil × Cleitinho Azevedo2%
Mateus Simões × Cleitinho Azevedo1%
Flávio Roscoe × Cleitinho Azevedo<1%
Indira Xavier × Cleitinho Azevedo<1%
Professor Túlio Lopes × Cleitinho Azevedo<1%

Senado · 2 vagas dado fresco

o eleitor vota em DOIS nomes; elegem-se os 2 mais votados, sem 2º turno · 21 pesquisas · consolidado re-normalizado (institutos divulgam bases diferentes)

candidatoshareP(uma das 2 vagas)
Marília Campos PT22%
83%
Carlos Viana PSD20%
61%
Domingos Sávio PL18%
36%
Aécio Neves PSDB15%
20%
Marcelo ARO PP11%
1%
Áurea Carolina PSOL8%
<1%
Marco Antônio Superman NOVO5%
0%

Sub judice (Tião Pessoa): o registro tem recurso pendente. Na apuração, o voto entra como anulado e só passa a valer se o registro for deferido (Lei 9.504/1997, art. 16-A). A probabilidade mostrada supõe que o voto vale. Fonte: arquivo complementar de candidaturas do TSE, geração 03/10/2026.

Como ler / métodoabrir▸

Share agregado: média ponderada das pesquisas registradas (recência com meia-vida de 21 dias, tamanho de amostra, correção básica de viés de instituto), com indecisos realocados proporcionalmente. A banda listrada na ponta de cada barra é ±1 desvio: onde ela é larga, a corrida está aberta de verdade.

P(eleito) vem de 20 mil simulações Monte Carlo por corrida: incerteza entre institutos, indecisos, deriva até a eleição e um choque nacional simples por bloco partidário. Presidência e governos têm 2º turno condicional (pesquisas de pares quando existem); o Senado elege os 2 mais votados em turno único, com o eleitor votando em 2 nomes.

Chips de qualidade: corrida com pesquisa velha ou sem pesquisa carrega um prior declarado de alta incerteza, nunca um 50/50 silencioso. Candidatos e situação de registro vêm do TSE (chave estável por candidato); pesquisas, das tabelas públicas da Wikipédia, validadas por amostragem contra as fichas com nº de registro TSE. Método completo na página Modelos.

Limitações desta versão: indecisos são realocados proporcionalmente; a probabilidade do 2º turno por par não se correlaciona com a força sorteada no 1º; pesquisa mede intenção declarada, não voto. Os números são estimativas com ruído, e diferenças pequenas entre candidatos são empate técnico na prática.